Estado define calendário agrícola com Ministério da Agricultura
Calendário agrícola garante ao produtor rural a perspectiva de uma colheita satisfatória.
Através de articulação com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a Secretaria de Estado da Agropecuária e da Pesca conseguiu definir ações do Calendário Agrícola para o Estado da Paraíba.
Na audiência que teve em julho do ano passado com o ministro Reinold Stephanes, em Brasília, o secretário Francisco de Assis Quintas apresentou proposta solicitando alterações no calendário agrícola para as culturas de arroz, feijão vigna, mamona e algodão, no que se refere à mudança na época de plantio e a inclusão de novos municípios no zoneamento agrícola.
Pela proposta do governo paraibano, para a cultura do Arroz de Sequeiro foram incluídos os municípios de Cajazeiras,Itaporanga, Olho D'agua, Pedra Branca, Piancó, Pombal, Santana dos Garrotes, São João do Rio do Peixe, Sousa e Triunfo, com períodos de plantio para janeiro/fevereiro.
Em relação ao feijão vigna, foi articulada a inclusão dos 14 municípios do Curimataú Paraibano: Barra de Santa Rosa, Baraúna, Cubatí, Cuité, Damião, Frei Martinho, Juazeirinho, Nova Floresta, Nova Palmeira, Pedra Lavrada, Picuí, Soledade, Sossego e Tenório.
Junto ao Ministério da Agricultura, a SEDAP sugeriu no calendário agrícola, para o plantio de Mamona, a inclusão dos municípios de Alagoa Nova, Dona Inês, Marizópolis, Paulista, Riacho dos Cavalos, Solânea e Sousa. Já para Algodão, a revisão nos períodos de plantio para os municípios de São João do Rio do Peixe, Sousa, Santa Helena, Poço de José de Moura e Triunfo.
O secretário Francisco Quintans enfatiza que, com essas conquistas, o Governo do Estado conseguiu beneficiar todos esses municípios com a inclusão no zoneamento agrícola das culturas citadas e/ou ampliando o período de plantio.
Através do calendário agrícola reconhecido pelo Ministério da Agricultura, o produtor rural paraibano tem a tranqüilidade de trabalhar a cultura adequada na época e no solo propícios, recebendo financiamento das instituições financeiras e tendo a perspectiva de uma colheita satisfatória, com bons resultados econômicos.
"No governo Cássio, a agropecuária passou a ser desenvolvida com técnica e planejamento, por isso temos superado as adversidades com criatividade e organização", destaca Quintans.
|